quarta-feira, 7 de maio de 2014

Sindijor promove Curso para Repórteres Fotográficos e Cinematográficos


O Sindicato dos Jornalistas de Sergipe (Sindijor), em parceria com a Faculdade Amadeus (Fama), promove, a partir deste mês de maio, o Curso para Repórteres Fotográficos e Cinematográficos com o objetivo de legalizar os profissionais de imagem que atuam no Estado, mas não possuem registro junto à classe sindical. Além disso, a proposta do curso é ampliar os conhecimentos e qualificar o profissional que já atua no mercado, bem como capacitar aqueles que desejam ingressar nessa área, atualizando as discussões inerentes à prática fotográfica e/ou cinematográfica para um melhor desempenho no mercado de trabalho.

O curso que inicia no próximo dia 16 de maio terá a duração de 7 meses, com aulas modulares e encontros mensais, seguindo até novembro, somando uma carga horária de 120 horas/aula. Serão ofertadas 30 vagas, no entanto, no ato da inscrição, o aluno deve informar a habilitação pretendida – “Repórter Fotográfico” ou “Repórter Cinematográfico”. Para participar do curso, os interessados devem possuir equipamento para captura de áudio e/ou vídeo, sejam modelos mais simples ou equipamentos profissionais. O investimento é de 7 parcelas de R$ 190,00, sendo que sindicalizados ganham 30% de desconto. Ao final do curso, os alunos receberão certificação e poderão solicitar a emissão do registro profissional.

As aulas serão realizadas na Faculdade Amadeus, sempre aos finais de semana. O curso abrange seis disciplinas modulares, sendo três de caráter teórico e três práticas, que serão ministradas por profissionais com experiência acadêmica e profissionais de renome no mercado sergipano. As disciplinas são: Introdução ao estudo da imagem; Ética, Legislação e Trabalho; Jornalismo, dispositivos, linguagens e o contexto digital; Pauta e acontecimento jornalístico; Prática fotográfica I e II; Fundamentos e técnicas de captação de imagem e operação de câmera I e II.


Informações e Inscrições:
Sede do Sindijor, Rua Itabaianinha, 261, sala 10, Centro. Telefone: 3043-8007.
Fanpage: https://www.facebook.com/reporterimagem

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Fraternidades de OFS e JUFRA realizam a encenação da Paixão de Cristo em Sergipe



Na Sexta-Feira Santa, 18 de abril, os membros da JUFRA e da OFS da Cidade de São Cristóvão, em Sergipe, na Paróquia Nossa Senhora de Loreto, transformam-se em atores para a realização da encenação da Paixão de Cristo, são mais de 30 atores que participam do ato, sem contar com a produção e organização, contando com alguns convidados de outros grupos e da comunidade.

O trabalho vem sendo realizado há alguns anos e, desde o ano passado, passou a ter uma nova dimensão, pois antes era apenas uma pequena apresentação dentro da Igreja e agora ocorre na parte externa, com a presença de centenas de pessoas que assistem a encenação.

“O trabalho é dignificante, de evangelização, e conta com o apoio do Padre João Santana, que confiou a nós essa missão e estamos fazendo para o engrandecimento do Reino de Deus, da nossa Igreja, como uma ação da OFS e JUFRA em nossa Paróquia”, ressaltou o Ministro da Fraternidade de OFS Santa Maria, Admilson Andrade Nogueira, que faz o Papel de Jesus.

O Trabalho foi elogiado pelo Administrador Paroquial Pe. João Santana, que parabenizou a OFS e JUFRA pelo empenho e assegurou que foi um sucesso.

terça-feira, 15 de abril de 2014


Dom Henrique: Um adeus na Páscoa

No período da Quaresma, dia 19 de março deste ano, o Papa Francisco deu mais uma missão a Dom Henrique Soares da Costa, transferindo-o da nossa Arquidiocese de Aracaju para a Diocese de Palmares, Estado de Pernambuco, onde será Bispo Diocesano. Dom Henrique passou quase cinco anos como Bispo Auxiliar de Aracaju, admirado por sua postura firme, suas homílias profundas e catequéticas.

Dom Henrique deixa a Arquidiocese de Aracaju no dia 21 de abril, início da Páscoa, e segue para a Diocese de Palmares para a posse no dia 1° de junho de 2014.

Tido como conservador por muitos, Dom Henrique não se incomoda, pois, para ele, o significado de conservador é aquele que conserva princípios e valores. Ele não se importa com o título conservador. Porém, é moderno ao usar as novas ferramentas do mundo atual para propagar suas posições.

Mesmo quem não gosta dos seus posicionamentos admira a sua postura, sua forma bem articulada, educada, e com argumentos quase incontroversos ao defender uma Igreja centrada nos principais pilares de sua origem. Dizer o que pensa sem agredir e desfazer das posições contrárias é marca de suas homilias e entrevistas.

A Igreja particular de Aracaju perde esse referencial, mas a Igreja Católica Romana continuará tendo a sua atuação de pastor, agora em terras pernambucanas. Deixa saudades na sua ausência, porém ficará presente na memória de quem lhe conheceu, de perto, a firmeza nas posições e a serenidade em todas as situações e relações interpessoais.


Jornalista Edmilson Brito

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Discurso na Câmara de Vereadores de Aracaju na passagem do dia do Jornalista


O dia 7 de abril é uma data importante para nós jornalistas. É o dia dedicado a nossa classe.
Temos e Tivermos ao longo da nossa história valorosos colegas que dignificaram e dignificam a nossa profissão e por isso me honra ser jornalista.

Origem do dia do JORNALISTA
Criado pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI), o Dia do Jornalista – 7 de abril – presta homenagem ao jornalista Libero Badaró, assassinado em 1830, por defender o fim da monarquia e da dependência de Portugal. A morte do jornalista, que nasceu na Itália e veio trabalhar como médico no Brasil, gerou um grande movimento popular de revolta em São Paulo, centro político da país na época. Badaró fundou o jornal O Observador Constitucional, onde defendia o movimento antimonarquista.
Segundo historiadores, a ordem para matar Badaró pode ter partido de Dom Pedro I. O fato complicou ainda mais a situação política do imperador, criticado por sua postura autoritária. No ano seguinte, no dia 7 de abril de 1831, Dom Pedro I abdicou do trono e mudou-se para Portugal, deixando a coroa para o seu filho, Dom Pedro II, de apenas 14 anos.
Antes de morrer, quando sofreu o atentado, Libero Badaró deixou uma frase para a eternidade: “Morre um liberal, mas não a liberdade”. Em 1931, cem anos depois de D. Pedro I abdicar, o dia 7 de abril passou a ser oficialmente no Brasil, instituído pela ABI, o Dia do Jornalista.


Nossa luta


Nós jornalistas, sempre estivemos na defesa de uma democracia que favoreça se não a todos, mas a maioria. Fomos importantes no processo da redemocratização do Brasil. E muitos tombaram e foram presos ou torturados por esta luta.
Mesmo hoje, em plena democracia de um Brasil República, ainda temos colegas sendo perseguidos e mortos. Portanto, este dia, além de ser um dia comemorativo é também um dia luta, para que realmente venha a valer o tão propagando direito constitucional, o da Liberdade de expressão.
Aqui, cabe um adendo, infelizmente, em nome desse princípio, a nossa corte maior, cometeu um dos mais absurdos dos equívocos, indo na contramão do que a sociedade moderna exige que é a formação acadêmica profissional. De forma injustificada o STF caça a obrigatoriedade do Diploma de Nível superior para o exercício da profissão de jornalistas, mas a própria corte, ao publicar edital de concurso público para Jornalistas, ano passado, pasmem, exige a formação superior, o diploma de jornalista.
Nesta questão, o SINDIJOR não abre mão e está, junto com A FENAJ, Federação Nacional dos Jornalistas, lutando pela retomada da obrigatoriedade do Diploma de Nível superior para o exercício da profissão de jornalista. Luta que já temos vitórias, com a aprovação da PEC no Senado, restabelecendo essa obrigatoriedade e que agora se encontra na Câmara Federal, também já com a aprovação na Comissão de constituição e Justiça e estamos aguardando para a aprovação em plenário.
Nesta luta queremos agradecer aos parlamentares sergipanos, na Câmara e no Senado, que em contato com nós do SINDIJOR, se comprometeram em votar favorável, o que já ocorreu no Senado e agora na Câmara.
Dessa forma, nobres Vereadores e Vereadoras, queremos pedir o apoio de Vossas Excelências, para reforçar o nosso pedido junto aos Deputados Federais sergipanos para que a votação ocorra o mais breve possível naquela casa e essa questão seja favorável à nossa profissão.
Aqui em Sergipe, em luta árdua do SINDJOR, de diretores passados e agora com a nossa Diretoria atual, estamos encampando mais uma pauta de negociação com a classe patronal, no sentido da valorização, com vários pontos apresentados, principalmente na questão da valorização salarial, em que Sergipe tem um dos piores pisos do Brasil. Essa situação precisa mudar e o SINDIJOR não medirá esforços para liderar e representar nossa categoria para o êxito desejado.
Lutamos para uma redemocratização, e agora, somos fundamentais, logicamente não sozinhos, mas com os movimentos sociais e outras profissões, para a manutenção da democracia e para varrermos a corrupção das entranhas das instituições democráticas, que são atrapalhadas por esse câncer, chamado corrupção.

Como em todas as profissões, nem todos são perfeitos e tem as suas contradições, mas é notório o papel e a importância dos jornalistas nas reportagens investigativas, na elaboração de matérias e atuações dos nobres colegas jornalistas no exercício da profissão, dos que estão na linha de frente, por traz das câmaras e dos que estão na produção.
Mais uma vez, obrigado a esta Casa pelo espaço. Parabéns a todos os jornalistas. Vamos continuar a nossa missão. Sindicato Forte, Jornalista Valorizado!

Edmilson Brito
Vice-Presidente e Secretário Geral
SINDIJOR-SE

sexta-feira, 21 de março de 2014

Em reunião com o SINDIJOR, secretário de Planejamento defende concurso público para jornalista



Coluna de Osmário, no Jornal da Cidade divulga Reunião do Sindijor-SE com Seplag

O presidente do Sindicato dos Jornalistas de Sergipe (SINDIJOR-SE), Paulo Sousa, o vice-presidente e secretário geral, Edmilson Brito, e os diretores da entidade sindical, Noel Lino e Kátia Paim, foram recebidos em audiência, nesta quarta-feira (19), na sede da Secretaria de Estado do Planejamento e Gestão pelo secretário João Augusto Gama.

reuniao na seplagA audiência havia sido pedida há pouco mais de uma semana pelo Sindicato, para discutir carreira e concurso público para jornalistas na gestão pública estadual, além de mudanças na forma de contratação de assessor de imprensa pelos órgãos estaduais, como explica o presidente do SINDIJOR, Paulo Sousa.

“Hoje o que acontece é que o jornalista é contratado para exercer a função de assessor de imprensa ou assessor de comunicação e, ao invés de ser contratado como assessor de imprensa, o contrato dele é como Assessor Técnico Operacional, por exemplo, mesmo ele exercendo função privativa de jornalista. Neste caso, perde o jornalista porque fica impossibilitado de buscar seus direitos como jornalista, se for preciso, e perde o SINDIJOR, porque como o profissional não é contratado como jornalista (assessor de imprensa), o sindicato acaba tendo dificuldades para exigir do Estado o repasse da contribuição sindical desses profissionais, além do desrespeito a nossa carga horária. Por sugestão do secretário, o SINDIJOR encaminhará um ofício solicitando essa mudança, que será analisada pela área jurídica do governo sobre a possibilidade dela ser feita por decreto”, esclarece Paulo, que ressalta a importância da reunião com os integrantes do governo.

“Uma reunião bastante proveitosa. O secretário João Augusto Gama se comprometeu com o SINDIJOR em defender a realização de concurso público para jornalista no Governo do Estado. Também, após a aprovação do plano de carreira dos servidores da administração geral, ele garantiu discutir conosco um plano de carreira específico para jornalista. Como nós estamos em um ano eleitoral e este governo está em seu último ano, esses dois pontos certamente ficarão para o próximo governo. Mas independente de quem esteja no governo, a partir de 2015, lutaremos para que essas reivindicações sejam concretizadas”, promete Paulo Sousa.

O vice-presidente Edmilson Brito também se mostrou satisfeito com a receptividade do secretário e sua equipe e sugeriu uma reavaliação dos salários contidos no plano de carreira dos servidores.

“Foi uma reunião proveitosa onde o secretário e sua adjunta detalharam o plano de cargos e salários dos servidores da administração geral, que engloba a maioria dos profissionais de nível superior, entre eles, o jornalista. A princípio, pelo que nos foi apresentado, acredito que o plano representa um avanço para as categorias de nível superior, mas sugiro que, no caso do jornalista, o salário seja melhorado um pouco mais, apesar de reconhecer que o que está no projeto supera o nosso atual piso. Mas vamos nos aprofundar um pouco mais sobre os valores apresentados, já que só agora é que tivemos acesso ao projeto”, destaca Edmilson.

O secretário João Augusto Gama reconheceu que o governo tem graves problemas no correto enquadramento do jornalista que ocupa cargo de comissão como assessor de imprensa, mas que é contratado como assessor técnico. Além de defender o correto enquadramento, o secretário também defendeu concurso público para jornalista.

“Defendo o concurso publico para carreira porque é o que tem de mais democrático e legitimo. Neste momento é complicado fazermos esse concurso já que estamos em um período eleitoral e em final de governo, mas já podemos discutir para o próximo governo dar o encaminhamento legal. Mas, inicialmente, estamos abertos para as reivindicações e ajustes que forem necessários no campo do jornalismo. Sugiro ao sindicato que elabore um requerimento solicitando o enquadramento dos jornalistas que estão trabalhando no Estado, para que a gente possa enquadrá-los nas funções específicas de jornalista e não em área que não tem nada a ver com a profissão de jornalista”, explicou Gama.

O subsecretário de Articulação com os Movimentos Sociais e Sindicais, João Francisco (Chico Buchinho), que integrou a comissão de representantes do governo na reunião com o SINDIJOR, destacou o importante papel do sindicato na luta pelo reconhecimento dos jornalistas que trabalham no Estado.

“É muito importante o papel que a Diretoria do SINDIJOR vem realizando para beneficiar também os jornalistas que trabalham no Estado, seja como comissionado ou concursado. Esse primeiro encontro foi importante para que o governo pudesse conhecer as reivindicações da categoria e com certeza o Estado vai fazer de tudo para atender as solicitações depois que a tabela do plano de cargos e salários, que está sendo elaborada pela Seplag, ficar pronta”, garante o subsecretário.

Do SINDIJOR-SE
Foto: Victor Ribeiro/Seplag

quarta-feira, 19 de março de 2014

Comunicado: Papa Francisco nomeia Dom Henrique Soares Bispo Diocesano de Palmares em Pernambuco


Dom Henrique completa 5 anos de sagração episcopal no dia 1º de abril e iria completar 5 anos como Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Aracaju, no dia 5 de julho.

Nesta quarta-feira, dia 19 de março, o Santo Padre Francisco nomeou Dom Henrique Soares da Costa como Bispo Diocesano de Palmares, no Estado de Pernambuco, transferindo-o da Sede titular de Acúfida e do ofício de Bispo Auxiliar da nossa Arquidiocese de Aracaju.

Assim, a partir de hoje, Dom Henrique é Bispo Nomeado de Palmares.Segundo o Direito Canônico, continuará oficialmente com o cargo de Bispo Auxiliar de Aracaju até a o dia da sua posse em Pernambuco. A partir de hoje, no entanto, já não é mais Vigário Geral da nossa Arquidiocese.

Dom Henrique permanecerá entre nós até o dia 21 de abril, segunda-feira após o Domingo da Páscoa, quando partirá definitivamente para sua nova missão. Sua posse em Palmares será na tarde do dia 1o. de junho, Domingo da Ascensão do Senhor.

De todo coração, desejamos a Dom Henrique todo bem e toda graça na missão que o Senhor lhe confiou! Que seja para a glória de Deus, para a proclamação do santo Nome de Jesus, para o bem e crescimento da Santa Igreja e para a salvação de tantos irmãos!



Sobre Dom Henrique

Nomeado pelo Papa Bento XVI, como Bispo Titular de Acúfida e Auxiliar de Aracaju, em 1º de abril de 2009. Sua Sagração Episcopal ocorreu no dia 19 junho, em Maceió-AL em sua Arquidiocese de Origem e foi acolhido na Arquidiocese de Aracaju no dia 3 de julho, com uma grande festa.

Nascido em 11 de abril de 1963, natural de Penedo - AL; batizado e criado em Junqueiro – AL, filho de Lourival Nunes da Costa e Maria Francisca Tereza Soares da Costa. Fez seus primeiros estudos em Junqueiro (AL) e em Maceió. De 1981 a 1984 fez o Seminário de Maceiro e, em 1984, recebeu o bacharelado em Filosofia pela Universidade Federal de Alagoas. De 1985 a 1989 foi noviço no Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro, e no Mosteiro Trapista de Nossa Senhora do Novo Mundo, no Paraná.

Em 1990, volta para o Seminário de Maceió onde inicia a Teologia. No ano seguinte, vai para Roma e conclui a Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, com mestrado em Teologia Dogmática.

Ordenado padre em 15 de agosto de 1992, Dom Henrique foi reitor da Igreja Nossa Senhora do Livramento, em Maceió, de 1994 a 2009. Foi professor de teologia no Seminário Provincial de Maceió e no Curso de Teologia do centro de Estudos Superiores de Maceió (CESMAC). Lecionou, ainda, no Instituto Franciscano de Teologia, em Olinda, e no Instituto Sedes Sapientiae, em Recife.

Na Arquidiocese de Maceió, foi membro do Conselho Presbiteral, do Cabido Metropolitano, do Colégio de Consultores; Vigário Episcopal para os leigos e coordenador da Comissão de Formação Política e responsável pelos diáconos permanentes.


Explicação teológica do Brasão Episcopal de Dom Henrique

O brasão é dominado pelo grande Y vermelho. Trata-se da primeira letra de "Yiós" (pronuncia-se "uiós"), Filho, em grego. A própria grafia do Y evoca o Filho de braços estendidos na entrega da cruz; assim que se trata de uma visão profundamente cristocêntrica: tudo converge para o Filho que se entrega amorosamente ao Pai num Espírito eterno. Este amor, que é o próprio Espírito Santo, é evocado pela cor vermelha.

Fruto dessa entrega é a salvação, isto é, a divinização de toda a humanidade e de toda criatura, representada pelo dourado que preenche todo o brasão como expressão da salvação universal de Cristo. Desse mistério salvífico o novo Bispo é ministro, pois que outra coisa não pretende a não ser "apascentar em Cristo" (ln Christo pascere), sendo instrumento da divinização conquistada por Cristo. A flor de lis azul recorda a Virgem Maria, de quem o novo Epíscopo é devoto. A Virgem é modelo de todo discípulo, Mãe dos pastores da Igreja e eficaz colaboradora na obra da salvação operada pelo Senhor Jesus.


Assessoria de Comunicação da

Arquidiocese de Aracaju